segunda-feira, 13 de fevereiro de 2017

como das outras vezes,  a gente se prepara para o dia
em que vestir a roupa mais bonita significa
um montão de borboletas na barriga

como das outras vezes, eu achei que seria especial
afinal, onde mesmo eu iria achar alguém tão fenomenal?
mas olha só, cá estou eu, descobrindo que de especial nadas tinhas.

não era pra ser, tento me consolar
o que tiver que ser, será!
mania esta de querer enxergar só coisas boas de quem não presta

no fim, tu eras apenas um belo sonho que tentei transformar em realidade
foi bom enquanto durou.
mas só assim percebi, que era flor demais para um espinho como tu.


domingo, 12 de fevereiro de 2017

domingos são dias difíceis para lidar com minha própria mente.
tem horas que me vejo desesperadamente angustiada sem razão alguma.
controlar a mente em dias dominicais tem se tornando um grande desafio.

aí que eu me pergunto: onde foi que tudo começou a desmoronar?
onde foi que eu me tornei uma pessoa insegura, cheia de medos?

um  tanto de perguntas, um outro tanto sem respostas.


angústias.

segunda-feira, 6 de fevereiro de 2017

das insignificâncias que me assombram

mais uma vez, mais uma foto, mais uma visualização. 
queria tando dizer que não me importo mais, que pra mim tanto faz...

mas é só saber que novamente houve o encontro, meu coração se aperta e fica pequeninho, pequeninho....

até quando eu vou achar que a gente combina tanto? que na verdade tínhamos tudo para dar certo?

difícil aceitar que tem coisas que não são pra ser, e que o melhor a fazer é deixar pra lá.

recomeçar... again, again and again. 

quarta-feira, 31 de agosto de 2016

mania feia essa minha de dar importância a quem não merece.
tão intensa e tão mal interpretada.

mudança de atitude requer mudança de pensamento.
e, mais uma vez, preciso repensar em tudo o que eu sou e tudo o que deveria ser.

mania besta de ficar culpado o passado daquilo que é presente 
são escolhas, apenas escolhas. 

o tempo já foi. não adianta mais 



reflexões de uma manhã chuvosa

mais uma dia, mais uma tentativa de provar a mim mesma que não foi minha culpa.
começo a divagar e escuto novamente aquela vozinha mental que insiste em repetir meus piores medos e todas as aflições que deles derivam.
não quero acreditar que mais um vez fui traída pela minha própria expectativa; eu não aguento mais viver assim.
reflito.
talvez seja hora de mudar de atitude (de  verdade).
talvez seja hora de assumir o que eu verdadeiramente quero.
difícil lidar com o pânico da rejeição.
mais uma vez, estou aqui,  tendo que lidar com meus próprios medos.
resta saber: até quando?

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Das desistências da vida...

E mais uma vez eu pensei em escrever. Desisti 
Pensei em conversar com alguém, "botar pra fora" . Desisti
Acordei pensando em mudar de vida, de roupa, de pensamento. Desisti
Aquele turbilhão de emoções que aparecem de mansinho e resolvem ficar, aos pouquinhos.   

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

carta de agradecimento

hoje a noite estava jogada no chão montando o super quebra cabeças de 120 peças juntamente com meu irmão quando uma chamada na televisão me chamou a atenção.
era uma mais uma reportagem do Fantástico na qual havia um estudo  que explicava como a gratidão influenciava  na vida das pessoas.
aquelas pessoas sendo agradecidas umas com as outras realmente me comoveu. daí pensei, por quê não faço o mesmo?
e cá estou eu, quase três horas da manhã do último domingo do ano escrevendo essa carta. ela não tem um destinatário específico, ela serve como forma de agradecimento a todos que fizeram parte do meu dia-a-dia de dois mil e quinze.
gratidão por aquelas pessoas que trabalham duro para que eu consiga chegar na faculdade, que eu tenha o que comer, pessoas que trabalham para que são paulo continue sendo a terra onde as coisas acontecem, onde as oportunidades existem.
gratidão a meus pais que me criaram e me fizeram chegar aonde eu estou, que acreditam em mim e sempre torcem para minha felicidade.
gratidão ao moço da catraca da consolação, que gentilmente (e sem pedir nada em troca) passou seu bilhete unico para que minha amiga embarcasse (aquele ato tão singelo mas que me deixou grata por dias).
gratidão ao moço do metrô na linha 4- amarela que, ao perceber uma moça chorando por uma possível desilusao amorosa tirou de sua mochila um balão e uma bomba de ar e transformou aqueles minutos em momentos de alegria.
gratidão a todas as pessoas que me ajudaram a ser quem eu sou, a enxergar o mundo da maneira como eu enxergo, aos filmes que vi, aos livros que li ( milan kundera, mil vezes obrigada) enfim, gratidão!
sorte daqueles que percebem como a gratidão pode ser o mais lindo e puro  dos sentimentos.
(eu? eu continuo tentando sentir esse sentimento em todos os momentos da minha vida)
obrigada 2015!