quarta-feira, 31 de agosto de 2016

mania feia essa minha de dar importância a quem não merece.
tão intensa e tão mal interpretada.

mudança de atitude requer mudança de pensamento.
e, mais uma vez, preciso repensar em tudo o que eu sou e tudo o que deveria ser.

mania besta de ficar culpado o passado daquilo que é presente 
são escolhas, apenas escolhas. 

o tempo já foi. não adianta mais 



reflexões de uma manhã chuvosa

mais uma dia, mais uma tentativa de provar a mim mesma que não foi minha culpa.
começo a divagar e escuto novamente aquela vozinha mental que insiste em repetir meus piores medos e todas as aflições que deles derivam.
não quero acreditar que mais um vez fui traída pela minha própria expectativa; eu não aguento mais viver assim.
reflito.
talvez seja hora de mudar de atitude (de  verdade).
talvez seja hora de assumir o que eu verdadeiramente quero.
difícil lidar com o pânico da rejeição.
mais uma vez, estou aqui,  tendo que lidar com meus próprios medos.
resta saber: até quando?

segunda-feira, 2 de maio de 2016

Das desistências da vida...

E mais uma vez eu pensei em escrever. Desisti 
Pensei em conversar com alguém, "botar pra fora" . Desisti
Acordei pensando em mudar de vida, de roupa, de pensamento. Desisti
Aquele turbilhão de emoções que aparecem de mansinho e resolvem ficar, aos pouquinhos.   

segunda-feira, 28 de dezembro de 2015

carta de agradecimento

hoje a noite estava jogada no chão montando o super quebra cabeças de 120 peças juntamente com meu irmão quando uma chamada na televisão me chamou a atenção.
era uma mais uma reportagem do Fantástico na qual havia um estudo  que explicava como a gratidão influenciava  na vida das pessoas.
aquelas pessoas sendo agradecidas umas com as outras realmente me comoveu. daí pensei, por quê não faço o mesmo?
e cá estou eu, quase três horas da manhã do último domingo do ano escrevendo essa carta. ela não tem um destinatário específico, ela serve como forma de agradecimento a todos que fizeram parte do meu dia-a-dia de dois mil e quinze.
gratidão por aquelas pessoas que trabalham duro para que eu consiga chegar na faculdade, que eu tenha o que comer, pessoas que trabalham para que são paulo continue sendo a terra onde as coisas acontecem, onde as oportunidades existem.
gratidão a meus pais que me criaram e me fizeram chegar aonde eu estou, que acreditam em mim e sempre torcem para minha felicidade.
gratidão ao moço da catraca da consolação, que gentilmente (e sem pedir nada em troca) passou seu bilhete unico para que minha amiga embarcasse (aquele ato tão singelo mas que me deixou grata por dias).
gratidão ao moço do metrô na linha 4- amarela que, ao perceber uma moça chorando por uma possível desilusao amorosa tirou de sua mochila um balão e uma bomba de ar e transformou aqueles minutos em momentos de alegria.
gratidão a todas as pessoas que me ajudaram a ser quem eu sou, a enxergar o mundo da maneira como eu enxergo, aos filmes que vi, aos livros que li ( milan kundera, mil vezes obrigada) enfim, gratidão!
sorte daqueles que percebem como a gratidão pode ser o mais lindo e puro  dos sentimentos.
(eu? eu continuo tentando sentir esse sentimento em todos os momentos da minha vida)
obrigada 2015!

sexta-feira, 11 de dezembro de 2015

passarinho

ser humano é tão egoista...
faz questão de manter passarinho preso ao invés de deixá-lo voar.
que mania feia essa de tentar prender o que é do mundo.
ah, seu eu pudesse levantar voo contigo passarinho

quarta-feira, 11 de novembro de 2015

trezentos e tantos dias

doismilequinze. ano ímpar. ano de acontecimentos desagradáveis. ano do desespero. ano da solidão.
nesses trezentos e poucos dias vivi sentimentos que eu nem lembrava mais a sensação  (ou até mesmo nem sabia que existia). fui da extrema felicidade a extrema tristeza em minutos. eita ano difícil de conciliar. quase integrável. respira, já estamos em novembro. ano veloz esse; só não passou despercebido devido ao misto de sentimentos. calma mocinha, já se passaram trezentos e tantos dias. olha aí doizmiledezesseis. 

 

segunda-feira, 9 de novembro de 2015

solidão?

eu nunca fui muito de ser rodeada por pessoas, amigos e colegas. sempre fui na minha e passei toda minha vida assim, muito bem obrigada! 
eu gosto de ser sozinha, faz bem pra alma, faz bem pra pele e faz bem (principalmente) para lágrimas.
mas ultimamente isso vem me incomodando, não sei o quanto mas essa estranha sensação de estar sozinha o tempo todo me intriga. 
estranho mesmo é pensar sobre essa tal de solidão. seria o meu destino ser sozinha? será que é destino de todos serem sozinhos? o quê, afinal, me incomoda tanto com esse status já tão bem conhecido? 
muitas perguntas, outra tantas sem respostas.